Integração técnica conduzida pela RDG: dados em tempo real transformados em ações automáticas, retenção, conversão e receita mensurável.
A inteligência artificial já consegue analisar comportamento, prever quem vai cancelar, escrever e enviar a mensagem certa para cada aluno e conversar no WhatsApp como um humano. O que falta é o combustível: os dados da unidade. Com a liberação da API oficial Smart Fit, a IA opera em cima da base real — frequência, planos, convidados, débitos e catraca — e passa a trabalhar 24/7 em retenção, recuperação e conversão.
Sem API, a IA fica parada. Com API, ela escala a operação da unidade Oeste sem precisar de mais gente.
Sem acesso à API, a unidade Oeste opera no escuro — reagindo quando já é tarde.
Aluno cai de frequência e ninguém é avisado a tempo. A queda só é percebida quando já virou cancelamento.
A lista de visitantes não chega ao time comercial automaticamente. Em 24 a 72 horas o lead esfria e a conversão se perde.
Cobranças e renovações dependem de controle manual. Resultado: inadimplência e perda de receita recorrente.
A base de ex-alunos "dorme". Sem régua contínua de reativação, receita potencial permanece não capturada.
Gestão sem visão ao vivo de frequência, conversão e churn. Decisões baseadas em "achismo" — marketing e operação mal direcionados.
WhatsApp digitado um a um. O time gasta horas em tarefas repetitivas — custo alto de mão de obra, baixa produtividade e sem personalização.
Hoje a unidade depende de um painel construído pela RDG, mas a operação precisa lançar manualmente inadimplentes, frequências e convidados. O dado chega tarde, sujeito a erro e consome horas do time todo dia.
Escopo restrito: o acesso solicitado cobre exclusivamente dados da unidade Oeste. Nenhuma outra unidade da rede Smart Fit é acessada, consultada ou armazenada. O filtro de unidade é obrigatório em todas as chamadas à API.
A tecnologia está pronta. A operação está pronta. Falta a chave.
A API libera o combustível. A IA opera a base. A unidade Oeste cresce.